A Nova Fronteira do Apoio Emocional: Inteligência Artificial
A Nova Fronteira do Apoio Emocional: Inteligência Artificial UC San Diego Today
UC San Diego Today
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Aug 19, 2026 at 4:02 PM UTC · 2 min de leitura

Esta história complementar é parte da reportagem 'Liderando uma Transformação na Saúde Comportamental' na edição de 2026 da revista Discoveries.
A integração da inteligência artificial (IA) no dia a dia está se tornando onipresente, atuando como um assistente pessoal em tudo, desde operações bancárias até compras online. Na assistência médica, a IA já está melhorando os diagnósticos e agilizando os fluxos de trabalho clínicos. No entanto, uma nova fronteira está surgindo. As pessoas estão recorrendo cada vez mais a chatbots para apoio emocional.
Essa tendência é particularmente prevalente entre os jovens, de acordo com Cinnamon Bloss, PHD ’07, psicóloga clínica licenciada e professora na UC San Diego Herbert Wertheim School of Public Health and Human Longevity Science e na School of Medicine, cuja pesquisa se concentra na interseção entre tecnologia e saúde.
Dados mostram que 13% dos jovens de 12 a 21 anos relatam usar IA para aconselhamento de saúde mental — um número que salta para 22% entre aqueles de 18 a 21 anos. Entre esses usuários, 65% buscam aconselhamento pelo menos uma vez por mês.
Por que chatbots?
Em um cenário definido por uma crise de saúde mental juvenil e baixo acesso ao atendimento, muitos veem a IA como uma ferramenta para preencher as lacunas. Bloss e Melissa Karnaze ’08, PHD, cientista de projeto da Herbert Wertheim School of Public Health, reuniram um painel multidisciplinar para discutir as promessas e os riscos do uso da IA para companhia, terapia e apoio à saúde mental sem o envolvimento de um profissional de saúde.
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